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O pote de ironia

O dia a dia de uma mente irónica!

O pote de ironia

O dia a dia de uma mente irónica!

Talvez me arrependa!

Tenho a perfeita consciência que, o que o senhor José Cid disse sobre os Trás - os - Montes, (quem não sabe do que falo, pode ver aqui), é do mais estúpido insultuoso para as pessoas dessa região. Eu própria não sou nem  nunca fui fã nem nada que se pareça desse senhor (embora a música do macaco e da banana não me saia do ouvido assim que a oiço!), mas é preciso ter alguma calma. Criar uma página no Facebook, sim agora qualquer coisa serve para criar uma página com o objectivo de destilar veneno pior ao que se recrimina, onde se reage àquele discurso parvo com comentários mais parvos, maldosos e ameaças, tanto ao dito senhor como ao Nuno Markl, parece-me muito exagerado, muito feio mesmo. Há sempre necessidade de defender as nossas pessoas, as nossas regiões, ("quem não sente não é filho de boa gente!"), mas vamos lá ter calma! Nada melhor do que isto: "Boas notícias. Espectáculo de José Cid, possível cancelamento em Alfândega da Fé." (pimbas!), isto parece-me a melhor consequência que pode haver, sem insultos e grandes confusões. Talvez o senhor Cid, perceba que para ser um artista, além de sucesso e dos discos vendidos (discos ou cd's?) é preciso humildade! Muita humildade!

 

Resoluções sem ano novo!

Todo mundo sabe que nada melhor do que fazer resoluções no início de um novo ano. Ah, vem aí o ano 2016, toca a fazer uma lista cheia de resoluções, daquelas bem complicadinhas, que passado um mês vou esquecer até porque nem eu nem as restantes pessoas se lembram e assim ninguém sabe que falhei. Há bastante tempo que me deixei disso. Nem uvas passas e os seus desejos nem lista de resoluções, até porque o espírito tem sido mais: sim, vem aí um novo ano, estou muito agradecida por cá andar, mas nada de loucuras, a correr bem as coisas vão continuar a ser como eram, e desde que não piorem, já me dou por agradecida. (Sim, basicamente, um discurso de velha.)

Pois bem, hoje, assim sem ano novo à vista, preparo-me para fazer umas quantas resoluções. Quem tem passado por cá, sabe que os últimos meses não têm sido bons, que tenho vivido num pára-arranca, por isso decidi acordar deste sonambulismo que ando e fazer umas quantas resoluções. Escrevê-las aqui, partilhando-as convosco acredito que além de as cumprir que sou teimosa que dói, vou poder lê-las sempre que adormecer  porque a qualquer momento isto descamba.

 

Resoluções:

 

Dieta: parar de comer chocolate, (desculpa chocolate, sabes bem o quanto gosto de ti, mas no máximo, serás trocado por chocolate negro, daquele bem amargo, não tenho culpa que vás para as minhas coxas);

 

Voltar às minhas caminhadas diárias, (sim, levantar o rabo sem desculpa que se calhar está um ventania dos diabos , quando na verdade, no máximo, está um leve brisa que te vai ajudar a não suar como uma porca!);

 

Ler, ler muito mais, menos redes sociais, (não me faltam livros cá em casa para ler, fora todos os outros que ainda quero comprar!, redes sociais vamos começar a ter turnos, sim?);

 

Aceitar a realidade, (perceber que haverá sempre pessoas que chegam, fazem parte da nossa vida por uns bons tempos, mas que depois se afastam, deixá-las ir é sempre o melhor remédio, esquecendo a bela "bofetada" que me deram);

 

Ser fútil, (cuidar de mim, ter tempo para mim, tempo de qualidade, sim porque a idade está a avançar e estou encalhada!);

 

Menos mimo, (não deixar de cuidar das minhas pessoas, mas aprender a não mimar tanto, que as pessoas andam muito mal agradecidas, instinto maternal recua, oupa!);

 

Apreciar os bons momentos, (muito cliché, mas muito importante);

 

Viver, (simplesmente viver, o melhor que puder consoante a realidade).

 

Passos simples, mas essenciais neste momento.

Juro que queria...

Juro que queria escrever mais coisas que me vão ocorrendo ao longo do(s) dia(s), mas ando com a mania que memorizo tudo e depois quando aqui chego para, realmente, partilhar os meus belos pensamentos, tudo desaparece!

Mas, o essencial posso partilhar, ando a tentar me levantar, a perceber o que quero, a cuidar de mim. Passo após passo para não tropeçar outra vez.

A montanha russa avariada

Nos últimos dias tenho andado numa montanha russa. E por mais que queira sair, de tanto cansaço que sinto, o dono da montanha russa é demasiado hábil e promete-me, sempre, que a próxima volta será melhor. Eu, que por ser demasiado teimosa (deve ser culpa do signo) ou por ser simplesmente estúpida , lá aceito mais uma volta. A volta, tal como seria de esperar, é demasiado rápida, demasiado turbulenta. Saio de lá sempre enjoada e magoada, e isso deveria ser mais do que suficiente para nunca mais lá voltar, mas um dos meus defeitos, é não desistir das minhas pessoas, ou pelo menos das pessoas que considero minhas. Vou ali repousar que sinto que não andei na montanha russa, ela é que passou por cima de mim.

A minha opinião #1

Sei perfeitamente que a ideia deste parvo jovem, é mesmo esta, um monte de gente a ver o seu estúpido vídeo, a comentar, a partilhar, a procurar quem ele é. Ontem na última ida ao Facebook, vi o tal vídeo, um jovem a maltratar um cão, aparentemente o seu animal de estimação. O jovem na sua infeliz vida, decide fazer um vídeo onde bate, insulta e põe o cão à janela dando a ideia que o pode largar a qualquer momento (não vale a pena irem ver vídeo que é demasiado para ser visto). Isto tudo para obter "likes", para obter fama, (mal por mal vai para a Casa dos Segredos, ok querido?!) para se sentir mais seguro do que na verdade é. E eu sei, que várias pessoas vão explicar a situação com a moda dos "quantos mais likes mais cool sou", do "os jovens passam muito tempo sozinhos", do "toda a sociedade está a falhar", pois sim, tudo isto pode ser verdade, tudo isto pode ter influência na vida, na formação da personalidade deste jovem, mas para mim, trata-se muito, mas muito de falta de carácter, de pura maldade. E isto, choca-me tanto que ontem fiquei a pensar, seriamente, em apagar o Facebook, onde tudo é permitido.

Eu e o livro #5

Bem, a ideia era manter a cabeça ocupada (ocupada anda ela mas com situações que mais parecem uma montanha russa!), e nada melhor que ler. Ler é sempre uma boa opção seja qual for o problema. Embora tenha muitos livros por ler em casa, precisava de novos títulos, novas capas. Então fui à biblioteca municipal e dediquei-me a passear entre os livros. Mexi em vários, uns que nunca tinha ouvido falar outros mais conhecidos, pasmei, literalmente, em frente ao monte de livros ansiosos por serem escolhidos para virem comigo para casa.

Embora ficasse com alguns para futuras leituras, o escolhido (rufem os tambores!), foi "Cinco quartos de laranja" de Joanne Harris. Assim, processo simples, pegar no livro ler título e capa e pronto, és tu que vens comigo.

"Cinco quartos de laranja", era tudo que precisava! Um livro simples, que conta uma história familiar muito, mas muito surpreendente, em que nunca sabemos de que lado estamos, vivida no tempo do nazismo. A escrita é simples, mas muito rica, cheiros, sabores e cores não faltam!

 

"Não gosto que me toquem e me rodeiem de sorrisos parvos."

 

 

Desafio pessoal! #1

Todas as mulheres no seu dia a dia usam um monte de produtos de beleza, disso não há dúvidas. Só me resta saber, se a maior parte delas são como eu, que tenho um monte de produtos a uso. Ou seja, há sempre dois cremes de dia, dois cremes para o corpo, dois desodorizantes, tudoooo em dobro (no mínimo!). E sim, eu sei que os produtos abertos durante muito tempo vão perdendo qualidade (guilty!). Por isso, hoje acordei com um desafio a mim própria: não ousar abrir mais nenhum produto enquanto não acabar o anterior. Acreditem que me vai gostar que sou pessoa de querer experimentar tudo!

 

 

 

 

A minha liberdade

(Este texto vai estar, provavelmente,  carregadinho de frases feitas, mas que hoje me parecem verdades incontestáveis)

 

 

Quem já deu uma vista de olhos no blogue, apercebeu-se que tive uma fase má, daquelas que não tem a importância que na altura lhe damos, mas que achamos que é o fim do mundo. Hoje 25 de Abril de 2016, Dia da Liberdade, encontrei a minha liberdade. Sinto-me livre. Sinto-me com esperança que as coisas vão melhorar, que há muita vida pela frente.  Hoje, percebo que nem sempre as coisas falham por minha culpa, que tenho direito a errar, que tenho direito a pedir desculpa e a seguir em frente. Por mim própria, hoje, liberto-me. Acabou a hibernação,  (assim como o chocolate que tinha cá em casa) acabou a

 lamechice, acabou o arrastar dos dias. Infelizmente, estou diferente. Deixei de me preocupar tanto, pessoas andam distraídas, demasiado distraídas dos mimos que lhes dou. Neste momento, existo eu.  Nem que isso implique estar só,  talvez um pouco só demais. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma semana, uma mágoa, uma parva

Uma semana em piloto automático. Tudo feito porque sim. Porque não tinha quem fizesse por mim. Uma semana em que apenas sobrevivi. Além da perda maior, mais uma perda de tempo. Perder uns dias da minha vida, outra vez, a tentar curar uma ferida. Passar uma semana e apenas perceber que essa ferida deixará cicatriz para a vida toda. A memória é  fodida tramada. E a mágoa neste momento também.

 

E ter a noção de que há um monte, mas um monte de problemas piores, mas não deixar de sentir uma tremenda infelicidade? Sim, estou parva e magoada.